Banco Mundial abandona metas climáticas sob pressão americana

The Economist, 6 de Julho de 2026
Link para o Artigo original: [The Economist]
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Em junho de 2023, o maior banco de desenvolvimento do mundo parecia estar a passar por uma transformação. Numa cimeira em Paris, o presidente do Banco Mundial — que durante 70 anos se tinha focado apenas na luta contra a pobreza global — anunciou planos para reservar uma grande parte dos seus empréstimos para projetos que mitigassem as alterações climáticas e os seus efeitos.
Ajay Banga tinha sido contratado, em parte, pelas suas credenciais ecológicas, tendo prometido plantar 100 milhões de árvores no seu cargo anterior como presidente da Mastercard, e estava a revelar-se popular. A plateia, que incluía Emmanuel Macron, presidente francês, e Abiy Ahmed, primeiro-ministro da Etiópia, celebrou com uma ovação de pé. Quando Banga saiu do palco, foi desviado por um assessor de Abiy Ahmed para uma selfie.
Três anos depois, a festa acabou. No mês passado, sob pressão americana, o banco abandonou o seu objetivo formal de canalizar 45% dos seus empréstimos para projetos relacionados com o clima. Os responsáveis do banco mal têm mencionado o clima desde que Donald Trump regressou à Casa Branca em 2025 — Trump quer mais combustíveis fósseis, não menos. A Europa lutou para que o objetivo se mantivesse.
A falta de financiamento climático poderá abrandar a descarbonização do mundo em desenvolvimento. Mas para os países mais pobres do mundo, tudo isto pode ser uma boa notícia.
Nota: Este texto foi obtido, traduzido e formatado de forma automática pelo agente de IA Mimo Code com o modelo Mimo 2.5-Pro-Ultraspeed